6 de junho de 2009

Revista «Mulher Erótica»


Comprei o número um desta revista, para a minha colecção. Não está mal de todo... mas poder-se-ia fazer bem melhor.

4 de junho de 2009

«Académie des Dames» - Joannis Meursii (pseudónimo de Nicolas Chorier)

Livro com dois volumes de 1774, em latim, cujo título completo é «Elegantiae sermonis seu Aloisia, Sigaea Toletana De arcanis Amoris et Veneris adjunctis fragmentis quibusdam eroticis [L'Académie des Dames]»
Nicolas Chorier (1612 - 1692) foi um advogado, escritor e historiador francês. Foi conhecido essencialmente pelas suas obras históricas sobre o Dauphiné, assim como pelos sete diálogos sáficos e eróticos intitulados «L'Académie des dames, ou os sete entretenimentos galantes a Aloisia».
Segundo a Wikipedia, "L'Académie des dames apareceu inicialmente como um manuscrito em latim [cujo] original teria sido escrito em espanhol por Luísa Sigea, poetisa e humanista erudita, que cerca de 140 anos antes fora dama latina na corte portuguesa, e depois traduzido para latim por um certo Jean ou Joannes Meursius, humanista nascido em Leyden no sul da Holanda em 1613.
Na realidade, a atribuição da obra a Luísa Sigea foi uma forma de disfarçar a verdadeira autoria, tornando o embuste mais credível pelo facto de ser conhecido que aquela autora teria produzido um Duarum Virginum Colloquium cujo verdadeiro texto era conhecido de poucos. Mesmo o pretenso tradutor, Mersius, foi um invenção de Chorier.
O manuscrito circulou nos princípios do século XVIII entre os meios libertinos da época e conheceu subsequentemente múltiplas edições em latim sob títulos diferentes. Foi traduzido diversas vezes para a língua francesa, sendo uma das traduções mais conhecidas a publicada por Jean Terrasson em 1750. Surgiram igualmente diversas edições em inglês e noutras línguas.
A L'Académie des dames consiste num conjunto de diálogos entre Tullia, uma jovem dama italiana de 26 anos, esposa de Callias, que toma a seu cargo a iniciação sexual da sua jovem prima, Ottavia, a quem ela declara: Tua mão pediu-me para te revelar os segredos mais misteriosos do leito nupcial e te ensinar como te deves comportar com o teu marido, e também o que o teu marido será para contigo, tocando-te aquelas pequenas coisas que tanto inflamam os homens. Esta noite, para que te possa instruir sobre tudo isso de forma mais livre, dormiremos juntas na minha cama, onde te farei ver aquilo que teria sido a mais doce das lides de Vénus".
Passou a morar na minha colecção.



3 de junho de 2009

Será que o economista de Coimbra coleccionador de arte erótica vai a esta reunião?

Encontro de comerciantes de loiça erótica caldense

Notícia do Jornal das Caldas Online:
"Os comerciantes de loiça erótica das Caldas da Rainha estão convocados para um encontro a ter lugar no dia 6 de Junho, às 15 horas, no Centro da Juventude.
O evento, promovido pela
Confraria do Príapo, tem na agenda a criação de uma base de dados de artesãos/fabricantes e comerciantes, a análise dos canais de distribuição e exportação, da qualidade e da inovação dos produtos e embalagens, do merchandising, atendimento e venda, a acreditação dos estabelecimentos e certificação dos produtos.
Será também a abordada a realização de uma feira/exposição periódica, a dinamização do turismo artesanal e criação de um roteiro, e realização de visitas de estudo e formação profissional.
Estão também convidados artistas, produtores e comerciantes de “Malandrices das Caldas” feitas noutros materiais.
No passado dia 22 realizou-se a 1ª Assembleia-Geral da Confraria do Príapo. Foram eleitos os Órgãos Sociais e aprovado o Plano de Actividades para 2009.
José Nascimento é o presidente da Direcção, Hugo Oliveira o presidente da Assembleia-Geral e João Frade o presidente do Conselho Fiscal."

fruta da época


cereja
deseja
que seja o que for
que trinque
que morda
que roa
o que seja
mas seja o que seja
ou seja o que for
que trinque
que morda
que roa
o que seja
mas se for cereja
que seja de amor

OrCa

2 de junho de 2009

A ASAE continua pornográfica!

A ASAE tinha fechado uma loja de venda de produtos eróticos no Centro Comercial Gira.Solum, em Coimbra, alegando falta de licenciamento e em haver um local de culto da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) a funcionar no mesmo centro comercial. Só que a IURD instalou-se lá há menos tempo que a loja «erotikshop Playground-Wanna Play».
O 3º Juízo Criminal de Coimbra revogou a decisão de encerramento. "Abuso de poder", dita a sentença. Agora a proprietária vai processar a ASAE e exige ser indemnizada.
Informa o Correio da Manhã que "a empresária está também a promover uma petição, na internet, a solicitar à Assembleia da República a apreciação e alteração do decreto-lei em que a ASAE se baseou para ordenar o fecho da loja. Os subscritores pedem a adaptação da lei à realidade actual e defendem que «a moral e os bons costumes já não deveriam ser julgados»."

Segundo o Diário de Coimbra de hoje, um dos inspectores da ASAE terá dito em tribunal que «a utilização de preservativo é pornográfica ou obscena».

A malta amiga do 100tabu ensinou-nos: está aqui a petição. Assinem-na.

Notícia no Diário de Coimbra, no Correio da Manhã e no i.

1 de junho de 2009

Eu gosto é do Verão e dos mirones de binóculos na mão...

(Foto de Boris Hoppek com nudez)

Primeiros dias de sol, preparamos o corpo, escolhemos roupas leves, e tiramos da gaveta aquele conjunto fantástico com o qual vamos mostrar o corpo. São assim os primeiros dias de praia, desejados com expectativa, cheiram a férias e a descanso merecido. Chegados à praia, olhamos o espaço e decidimos onde estender a toalha... decidimos se não for Agosto claro, porque depois disso, lamentamo-nos a fazer um aproveitamento do espaço que restou, das toalhas, dos guarda-sóis, das geleiras, das tendas das crianças, enfim...
Mas é Junho e não há pontes, assim, escolhemos o nosso sítio, começamos a tirar a roupa para mostrarmos ao sol todo o espaço que ele deve tocar e mimar e é neste momento que, num apíce, em toda esta tranquilidade, se avistam pequenas cabecinhas ondulantes, nas dunas, nas rochas, nos arbustos, multiplicando-se todos os anos... são os “mirones” ou voyeurs, fazem parte do nosso cenário de Verão. Confesso que já tive momentos de me aborrecer à séria, mas agora quero lá saber...
É uma parafilia irritante, a satisfação passa por se estar escondido a observar, ficando ali horas num “espreita e esconde”, comportamento que irrita muita gente.
Mas no que diz respeito ao acto de espreitar há “mirones” com muita originalidade. Já há quem vá para a praia de binóculos, disfarçados com cana de pesca, com revistas que já são de há 2 meses, entre outras formas cada vez mais originais.
Até aqui que fazer? Também não os podemos impedir de olhar, não é mesmo? Mas o pior é quando a revista, os binóculos e os artefactos se transformam em meios de recolha de imagem e quando das rochas saem objectivas que nos invadem e nos captam o corpo e nos guardam para fins que nem saberemos e que desejamos nem imaginar.
Ou então, quando o acto de espreitar não o satisfaz e quando somos surpreendidos por um momento de masturbação cujo estimulo somos NÓS.
Pode ser uma invasão sem tamanho com consequências graves na nossa privacidade.
Com tanta pornografia disponível, por que raio continuam a passar dias à torreira do sol para ver umas maminhas ao léu e uns rabinhos à mostra? Não se percebe, mas “aborrecem-nos da vida”.

Vânia Beliz

31 de maio de 2009

30 de maio de 2009

«A Vénus de Kazabaïka» - Leopold Von Sacher Masoch, colecção Afrodite

Edição de 1966 de Fernando Ribeiro de Mello, com um prefácio de Júlio Moreira sobre o tema da flagelação e a colaboração gráfica de António Sena.

Capa, ilustração interior e outra das ilustrações interiores

Manual brasileiro de protecção contra a pedofilia e a pornografia infanto-juvenil na internet


«Navegar com Segurança»


(para visualizares é preciso que faças parte do grupo de mensagens da funda São, já que este e outros ficheiros estão disponíveis para membros e membranas na página de ficheiros do grupo)

28 de maio de 2009

«Ventre Humano do Império»?!

Comprei numa feira de velharias esta medalha, que deve ser das coisas mais estranhas da minha colecção:

Frente (com nudez)


Texto na frente: "Ventre Humano do Império"
Texto no verso: "Dinastia de Aviz - os descobrimentos portugueses e a Europa do Renascimento. Lisboa 1983. XVII Exposição Europeia de Arte, Ciência e Cultura"

24 de maio de 2009

O fim do princípio é o princípio do fim

As consequências do (não) uso de preservativo.


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23 de maio de 2009

Mais uma criação genial da Milena Miguel para a minha colecção

A Milena Miguel, do Atelier S. Miguel, é uma artista que é funda fornecedora da minha colecção de arte erótica. Este ano esteve de novo com o marido, Fernando Miguel, na feira de artesanato de Coimbra. E trouxe-me desta vez esta cena «na Sala Oval até a Barraca Abana», a juntar às outras.
Convidei-os e visitaram no domingo a minha colecção. E fomos almoçar leitão assado com espumante «Elpídio» das Caves São Domingos.
Ontem à noite esta peça fez parte da apresentação da colecção feita na primeira Assembleia Geral da Confraria do Príapo, nas Caldas da Rainha.

Imagens para maiores de 18 anos: 1, 2, 3 e 4.

21 de maio de 2009

"As grandes religiões monoteístas querem que o corpo seja espartilhado, impedido"

A revista «Visão» de 26 de Março de 2009 publicou uma entrevista a Michel Onfray, autor do livro de 2005 «Tratado de Ateologia».
Deixo aqui alguns excertos:

Visão - Muita gente acha que um mundo sem Deus seria inimaginável, mesmo para quem não acredita nele.
Michel Onfray -
Ao contrário, em nome de Deus é que se tem massacrado, destruído. Em nome de Deus fizeram-se as cruzadas, numerosas guerras ou a Inquisição. Em nome de Alá, muitas pessoas atam explosivos ao corpo, para matar 20 a 30 pessoas, às vezes crianças. Que eu saiba, o ateísmo nunca fez isso. Não conheço ninguém que tenha matado em nome do ateísmo. Há qualquer coisa que não é sã nessa relação do mundo com Deus. (...)
Visão - O que lhe desagrada no que chama os «três grandes monoteísmos»?
Michel Onfray -
O ódio às mulheres, aos homossexuais, à inteligência e à razão, aos prazeres do corpo, aos desejos, às pulsões. Querem que o corpo seja espartilhado, impedido. Criaram interditos, seja alimentares, seja sexuais. Foram de um anti-hedonismo primário. É preciso viver na lei, na dor, no sofrimento, na recusa.

20 de maio de 2009

Mais um miminho personalizado para a minha colecção

Lembram-se do desenho da Camille M M que eu comprei há um ano para a minha colecção?
Ela publicou agora um livro e eu comprei-o para a minha colecção.

(imagens para maiores de 18 anos)

A capa do livro - «Le secret des dieux» (o segredo dos deuses)
Exemplo das páginas interiores
Mais exemplos de ilustrações do livro
E, como já ouvi alguém dizer, "o bolo em cima da cereja": a dedicatória e o desenho feitos especialmente para mim.

No Brasil como em Portugal?...


Amapô

Da ficha técnica do filme - "Através de uma história de vida o filme trata de questões relacionadas aos direitos humanos, como o direito à diferença. A vida da personagem é apresentada a partir de outros, a alteridade como lógica. Os espectadores completam os sentidos e aos poucos percebem que se trata de um homossexual que, ainda na adolescência, virou travesti. «Amapoa» é um termo que vem do Iorubá e transformou-se em uma gíria de travestis para falar de mulher. O filme traz um desfecho brutal, revelando que o personagem sofreu uma forte violência. Homofobia. A abordagem leva à identificação com a personagem e permite reflexões sobre a intolerância da sociedade atual".
________________________
Uma parceria com Porta-Curtas

19 de maio de 2009

18 de maio de 2009

Burlesco - cada vez mais na moda...


Foto do Site: bibianblue.com

Um conceito que vos quero mostrar, uma vez que reúne cada vez mais simpatizantes, havendo um especial interesse no misticismo e no glamour que ostenta, activando a fantasia fetichista de muitos.

“Ao contrário do que se pode pensar, o Burlesco não é um grupo de strippers que se apresentam num palco. O Teatro Burlesco teve a sua origem na Commedia dell'arte, uma forma de teatro de improviso que se realizava na Itália, muito popular entre os séculos XV e XVII. Eram pequenas companhias que faziam as suas performances ao ar livre e as suas apresentações falavam de temas convencionais da época como o ciúme, o adultério, as paixões e alguns textos de comédias romanas e gregas perdidas no tempo.
O Teatro Burlesco surge assim no século XIX nos chamados Music Hall dos EUA e do Canadá, com performances de entretenimento popular composto essencialmente por música, comédia e apresentações vindas do circo, como trapezistas, ventríloquos, comedores de fogo, mágicos, etc. Esses espaços surgiam em contraposição à “ordem” dos teatros tradicionais.
Ao Burlesco junta-se uma linguagem específica, o Vaudeville (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade) que era uma forma de arte que se firmou essencialmente de 1800 até 1930 e foi buscar as suas origens nos espectáculos dos saloons, freak shows e nos chamados Dime Museums (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas). O Vaudeville foi um das formas de arte mais populares nos Estados Unidos, nos fins do século XIX.
O Burlesco teve um papel fundamental na mudança de costumes, principalmente na visão sexual da mulher. Pela primeira vez, a mulher podia mostrar o seu corpo, fato que iria marcar decisivamente toda a cultura popular associada ao género feminino. Além de expressar o confronto entre a cultura aristocrata da época Vitoriana e a cultura operária que surgia em massa. A maior representante do teatro Burlesco actualmente nos Estados Unidos é Dita Von Teese. Dita adora os anos 40 e trabalha incansavelmente para reavivar a arte burlesca nos palcos do mundo. New York, Los Angeles e San Francisco já estão aderindo à moda e criando festivais e espectáculos burlescos.”

Fonte e mais desenvolvimentos: smog.pt

Vânia Beliz

15 de maio de 2009

Vamos à Festa, vamos? Dress code - a minha escolha é:


Foto do site da SensualEmotion

23.Maio.2009
Os dias já começam quentes e nada como comemorarmos a entrada na Primavera com um evento diferente, que permitirá aos seus participantes entrarem num mundo de fantasia.

Mais uma vez em Lisboa a Gathering Party 9, tem como objectivo criar um espaço onde as pessoas ligadas ao Bondage, Disciplina, Sadomasoquismo, Fetichismo e afins possam encontrar-se para conviver e trocar ideias.

Obrigatório Dress Code: é o conjunto de regras relativas à roupa a usar nas Gathering Parties.
A implementação de um Dress Code obrigatório prende-se com o ambiente da festa.
Se queremos frequentar uma festa fetichista, a regra manda que nos vistamos com adereços fetichistas.

Dress Code: látex, cabedal, vinil, uniformes, acessórios fetichistas (luvas, botas, saltos altos) e relacionados com a imagética BDSM (algemas, chicotes, etc), ou traje completamente negro.
Vamos?

Gathering Party 9
Metropolis Club
Av. Fontes Pereira de Melo, 35
(C.C. Imaviz)
Lisboa
Site

Vânia Beliz

12 de maio de 2009

Verdadeiramente pornográfico!

Do meu (nosso) amigo Luis Gaspar do Estúdio Raposa recebi este mail que resolvi divulgar:

tema: Roubo de propriedade intelectual e vigarice.

Chegou ao meu conhecimento, há dois dias, que uma empresa está a comercializar ringtones (toques de telemóvel) utilizando para o efeito TODOS os programas disponibilizados neste audioblogue (Estúdio Raposa).
A cobrança do serviço (4 euros por semana) é feita pela Vodafone, TMN e Optimus, pelo que estas empresas são coniventes nesta acção ilegal dado que nunca dei qualquer autorização para que tais trabalhos fossem vendidos fosse de que forma fosse.
Nem tal poderia fazer porque também vítimas deste embuste são, naturalmente, todos os autores que me têm cedido os seus trabalhos graciosamente.
Na medida das minhas possibilidades estou a tentar travar esta vigarice assim como a responsabilizar os autores por este roubo de propriedade intelectual.
Daqui aviso (e peço que passem palavra): não adquiram ringtones a uma firma denominada Polytones ou BeMp3 ou, aliás, a qualquer outra.
Pessoa do meu conhecimento que, enganada, subscreveu o serviço viu, de imediato, ao saldo do seu telemóvel ser retirado (acção da Vodafone) 8 euros e de ringtone... nada!
Cuidado!
Trata-se de um embuste!
Luís Gaspar
Estúdio Raposa

Charlie

Poliamor: «If you love somebody, set them free»



A tradição monogâmica crê que a cada pessoa cabe uma 'alma gémea', um parceiro ideal que, uma vez encontrado, suprirá todas as suas necessidades amorosas.
Mesmo os relacionamentos que não visam o casamento são sequenciais, nunca simultâneos. Qualquer relação paralela é considerada traição, pois uma pessoa deve bastar-se à outra, numa visão do amor como objecto exclusivo.

O Poliamor é o termo que descreve as relações interpessoais amorosas que recusam a monogamia como princípio ou necessidade, defendendo a possibilidade prática, sustentável e responsável de relações íntimas e profundas com vários parceiros simultaneamente.
O Poliamor diferencia-se do adultério tão praticado na monogamia. “A fidelidade não se refere à posse do outro, do seu corpo ou do seu coração, e sim à confiança mútua no envolvimento dos parceiros”. O poliamor apresenta-se como um relacionamento alternativo à monogamia.

Swing e Poliamor: De acordo com os poliamorosos o swing é uma prática completamente distinta do poliamor. No Poliamor há a possibilidade de partilha de sentimentos românticos por várias pessoas, havendo por isso uma não-monogamia responsável onde as pessoas se respeitam e se amam mutuamente. Os swingers não são poliamorosos na sua essência e não se apaixonam por outras pessoas. As relações abertas também se diferenciam do poliamor, uma vez que nestas pressupõe-se a existência de um casal em que cada um é livre de ter outras relações, o que normalmente acontece quando o casal entra em rotina.
Comunidade em Portugal: TAMERA - Odemira, Alentejo.
"O mundo sofre duma doença amorosa. Milhões de amantes e casais que contraíram matrimónio dariam qualquer coisa para experimentar de novo a alegria que partilharam um com o outro no início. O desejo não realizado de Eros, amor, confiança e um sentimento de casa ou lar é o problema essencial por detrás das fachadas do nosso tempo. Não pode haver paz na Terra enquanto houver guerra no amor."

Para quem quiser saber mais: Our Laundry List (Não-monogamia responsável e outras utopias possíveis)

Vânia Beliz