Se o problema é com grupos de risco, os governantes é que deveriam ser proibidos de dar sangue!
O Júlio Machado Vaz até oferece salgadinhos servidos por "heterossexuais que não trocaram de parceiro(a) nos últimos seis meses".
(notícia)
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19 de julho de 2009
13 de julho de 2009
Excitação Feminina - Quando a cabeça e o corpo femininos não estão em sintonia
Sobretudo no que toca a mulheres, a sexualidade parece não ser, de todo, um mecanismo simples de resposta a um estímulo.
"Uma teoria reforçada pelas conclusões de um estudo de uma investigadora do Canadá, Meredith Chivers, que foram divulgadas no New York Times e no The Independent.
A cientista mostrou a um grupo de homens e mulheres imagens de cariz sexual: actos de masturbação masculina e feminina, sexo gay, heterossexual, uma ginasta nua, um homem a andar nu numa praia e ainda símios a acasalarem. Durante a experiência, e através de diversos mecanismos, media-se a excitação de cada pessoa - a resposta física de cada uma, como, entre outras manifestações, a lubrificação vaginal, nas mulheres, e a erecção do pénis, nos homens. «Ao mesmo tempo, cada participante assinalava, por meio de um comando electrónico, as imagens com as quais se sentia excitado», refere o The Independent.
Os resultados foram previsíveis nos homens. A resposta física correspondeu ao que assinalaram no comando: sentiram-se excitados com aquilo que dizem que os excita, sobretudo sexo entre mulheres e entre casais heterossexuais. Já nas mulheres o cenário é «diferente». Apesar das respostas que assinalaram não o indicarem, elas sentiram-se excitadas com quase tudo o que viram: sexo entre homens, entre mulheres, com a ginasta nua, até com os símios. Conclusão: é possível que, muitas vezes, a cabeça e o corpo femininos não estejam em sintonia."
Parte da reportagem de Maria João Lopes sobre os motivos que levam as mulheres às consultas de sexologia, publicada no «Público» de 06.07.2009. Toda a reportagem aqui.
Vânia Beliz
"Uma teoria reforçada pelas conclusões de um estudo de uma investigadora do Canadá, Meredith Chivers, que foram divulgadas no New York Times e no The Independent.
A cientista mostrou a um grupo de homens e mulheres imagens de cariz sexual: actos de masturbação masculina e feminina, sexo gay, heterossexual, uma ginasta nua, um homem a andar nu numa praia e ainda símios a acasalarem. Durante a experiência, e através de diversos mecanismos, media-se a excitação de cada pessoa - a resposta física de cada uma, como, entre outras manifestações, a lubrificação vaginal, nas mulheres, e a erecção do pénis, nos homens. «Ao mesmo tempo, cada participante assinalava, por meio de um comando electrónico, as imagens com as quais se sentia excitado», refere o The Independent.
Os resultados foram previsíveis nos homens. A resposta física correspondeu ao que assinalaram no comando: sentiram-se excitados com aquilo que dizem que os excita, sobretudo sexo entre mulheres e entre casais heterossexuais. Já nas mulheres o cenário é «diferente». Apesar das respostas que assinalaram não o indicarem, elas sentiram-se excitadas com quase tudo o que viram: sexo entre homens, entre mulheres, com a ginasta nua, até com os símios. Conclusão: é possível que, muitas vezes, a cabeça e o corpo femininos não estejam em sintonia."
Parte da reportagem de Maria João Lopes sobre os motivos que levam as mulheres às consultas de sexologia, publicada no «Público» de 06.07.2009. Toda a reportagem aqui.
Vânia Beliz
Temas:
Sexualidade
15 de junho de 2009
Estudo “Love Me Or Leave Me: Os estilos de vinculação e a satisfação sexual no adulto”

Uma colega do Porto encontra-se a realizar um trabalho de investigação sobre a vinculação e a satisfação sexual no adulto. Vamos ajudá-la?
A vinculação é um processo importante na vida dos seres humanos. Este estudo de Teresa Moura da Cunha permitirá compreender a sua importância ou influência na satisfação sexual dos adultos.
Já existem dados que revelam que vinculações inseguras podem promover a procura de maior número de relacionamentos, de mais parceiros a curto termo, etc.
Vamos participar e esperar sobre as conclusões da investigadora.
Responde ao questionário aqui.
Vânia Beliz
Temas:
Estudos,
Sexualidade
6 de junho de 2009
A verdade das dores de cabeça na cama

Afinal a questão das dores de cabeça têm uma razão de ser, apesar de não serem uma patologia assim tão frequente a cefaleia benigna do sexo, cefaleia sexual, cefaleia orgástica, cefaleia sexual vascular benigna ou cefaleia coital (o nome mais usado) existe e afecta mais os indivíduos do sexo masculino.
Quem nunca ouviu que a parceira está com dor de cabeça como desculpa para evitar relações sexuais? Pois é, este tradicional pretexto pode ocorrer realmente, mas durante o acto sexual em si.
O problema, que é pouco comum, em geral atinge homens após os 30 anos de idade, sempre precipitado pela actividade sexual.
Estudos indicam que a proporção seja de seis homens para cada mulher e pode aparecer de uma maneira regular ou imprevisível, desaparecendo por algum tempo. Em metade dos pacientes afectados, a dor ocorre apenas uma vez ou num único surto. Ainda não se sabe exactamente as causas, mas acredita-se que os principais factores que a desencadeiam sejam o stress emocional e o cansaço.
Estudos sugerem que a origem esteja na contracção excessiva dos músculos do pescoço e da mandíbula, por aumento rápido da pressão arterial durante o acto sexual, entre outros.
O relato dos pacientes indica uma dor difusa, bilateral, predominando na região da nuca, que vai aumentando com a excitação sexual e rapidamente se torna muito intensa e explosiva, atingindo o ápice no orgasmo.
Às vezes ocorrem náuseas e vómitos. Após o término da relação sexual a dor pode melhorar logo ou persistir por várias horas, variando de 1 minuto a 3 horas. Curiosamente pode ocorrer também com a masturbação.
Normalmente não há problemas cerebrais ou cranianos evidentes nestes casos, mas como algumas pessoas podem sofrer hemorragia cerebral ou rompimento arterial durante o coito, é conveniente a realização de exames neurológicos pelo menos após um primeiro episódio.
Muitos pacientes ficam assustados após a primeira vez em que sentem uma dor de cabeça destas e sentem-se culpados. Nada que uma consulta e a realização de exames não possa acalmar o paciente.
Vale lembrar que a cefaleia coital é benigna. As cefaleias orgásticas podem ser abolidas ou aliviadas pela interrupção da actividade sexual, o que não é muito animador.
Há alternativas que permitem que a actividade sexual continue.
Pacientes relatam que a dor pode ser evitada se o pescoço ficar mais baixo que o resto do corpo durante a relação sexual.
A prevenção com medicamentos pode ser a solução. Estes devem ser ingeridos poucas horas antes do acto sexual.
Texto adaptado do original de: Antonio Cezar Galvão - Neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho e coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia.
Vânia Beliz
Temas:
Sexualidade
1 de junho de 2009
Eu gosto é do Verão e dos mirones de binóculos na mão...
(Foto de Boris Hoppek com nudez)
Primeiros dias de sol, preparamos o corpo, escolhemos roupas leves, e tiramos da gaveta aquele conjunto fantástico com o qual vamos mostrar o corpo. São assim os primeiros dias de praia, desejados com expectativa, cheiram a férias e a descanso merecido. Chegados à praia, olhamos o espaço e decidimos onde estender a toalha... decidimos se não for Agosto claro, porque depois disso, lamentamo-nos a fazer um aproveitamento do espaço que restou, das toalhas, dos guarda-sóis, das geleiras, das tendas das crianças, enfim...
Mas é Junho e não há pontes, assim, escolhemos o nosso sítio, começamos a tirar a roupa para mostrarmos ao sol todo o espaço que ele deve tocar e mimar e é neste momento que, num apíce, em toda esta tranquilidade, se avistam pequenas cabecinhas ondulantes, nas dunas, nas rochas, nos arbustos, multiplicando-se todos os anos... são os “mirones” ou voyeurs, fazem parte do nosso cenário de Verão. Confesso que já tive momentos de me aborrecer à séria, mas agora quero lá saber...
É uma parafilia irritante, a satisfação passa por se estar escondido a observar, ficando ali horas num “espreita e esconde”, comportamento que irrita muita gente.
Mas no que diz respeito ao acto de espreitar há “mirones” com muita originalidade. Já há quem vá para a praia de binóculos, disfarçados com cana de pesca, com revistas que já são de há 2 meses, entre outras formas cada vez mais originais.
Até aqui que fazer? Também não os podemos impedir de olhar, não é mesmo? Mas o pior é quando a revista, os binóculos e os artefactos se transformam em meios de recolha de imagem e quando das rochas saem objectivas que nos invadem e nos captam o corpo e nos guardam para fins que nem saberemos e que desejamos nem imaginar.
Ou então, quando o acto de espreitar não o satisfaz e quando somos surpreendidos por um momento de masturbação cujo estimulo somos NÓS.
Pode ser uma invasão sem tamanho com consequências graves na nossa privacidade.
Com tanta pornografia disponível, por que raio continuam a passar dias à torreira do sol para ver umas maminhas ao léu e uns rabinhos à mostra? Não se percebe, mas “aborrecem-nos da vida”.
Vânia Beliz
Primeiros dias de sol, preparamos o corpo, escolhemos roupas leves, e tiramos da gaveta aquele conjunto fantástico com o qual vamos mostrar o corpo. São assim os primeiros dias de praia, desejados com expectativa, cheiram a férias e a descanso merecido. Chegados à praia, olhamos o espaço e decidimos onde estender a toalha... decidimos se não for Agosto claro, porque depois disso, lamentamo-nos a fazer um aproveitamento do espaço que restou, das toalhas, dos guarda-sóis, das geleiras, das tendas das crianças, enfim...
Mas é Junho e não há pontes, assim, escolhemos o nosso sítio, começamos a tirar a roupa para mostrarmos ao sol todo o espaço que ele deve tocar e mimar e é neste momento que, num apíce, em toda esta tranquilidade, se avistam pequenas cabecinhas ondulantes, nas dunas, nas rochas, nos arbustos, multiplicando-se todos os anos... são os “mirones” ou voyeurs, fazem parte do nosso cenário de Verão. Confesso que já tive momentos de me aborrecer à séria, mas agora quero lá saber...
É uma parafilia irritante, a satisfação passa por se estar escondido a observar, ficando ali horas num “espreita e esconde”, comportamento que irrita muita gente.
Mas no que diz respeito ao acto de espreitar há “mirones” com muita originalidade. Já há quem vá para a praia de binóculos, disfarçados com cana de pesca, com revistas que já são de há 2 meses, entre outras formas cada vez mais originais.
Até aqui que fazer? Também não os podemos impedir de olhar, não é mesmo? Mas o pior é quando a revista, os binóculos e os artefactos se transformam em meios de recolha de imagem e quando das rochas saem objectivas que nos invadem e nos captam o corpo e nos guardam para fins que nem saberemos e que desejamos nem imaginar.
Ou então, quando o acto de espreitar não o satisfaz e quando somos surpreendidos por um momento de masturbação cujo estimulo somos NÓS.
Pode ser uma invasão sem tamanho com consequências graves na nossa privacidade.
Com tanta pornografia disponível, por que raio continuam a passar dias à torreira do sol para ver umas maminhas ao léu e uns rabinhos à mostra? Não se percebe, mas “aborrecem-nos da vida”.
Vânia Beliz
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